Crachá de Identificação para Condições Invisíveis: O Que Colocar, Quando Usar e Como Personalizar com Segurança
Nem toda condição é visível.
E nem toda pessoa quer — ou consegue — explicar sua condição em voz alta, toda vez que precisa.
O crachá de identificação para condições invisíveis surgiu exatamente para isso:
👉 comunicar com respeito, discrição e segurança.
Hoje, ele é amplamente utilizado por pessoas com:
- TDAH
- Autismo (TEA)
- Dislexia
- Fibromialgia
- Epilepsia
- Alzheimer
- Doenças crônicas ou raras
- Ansiedade severa, fobias, limitações cognitivas
Este guia vai te explicar o que colocar, quando usar e como personalizar corretamente, sem expor dados sensíveis.
O Que São Condições Invisíveis?
Condições invisíveis são aquelas que não podem ser percebidas visualmente, mas impactam diretamente:
- comportamento
- comunicação
- mobilidade
- resposta a estímulos
- necessidade de tempo ou apoio extra
Por isso, muitas pessoas enfrentam julgamentos, constrangimentos ou falta de empatia em locais públicos.
O crachá atua como um mediador silencioso, evitando conflitos e garantindo atendimento mais humano.

O Que Colocar no Crachá de Identificação (Essencial)
A regra é simples: clareza + segurança + privacidade.
Informações mais usadas:
- Nome da pessoa
- Condição ou condições
Ex.:- TDAH
- TEA
- Dislexia
- Fibromialgia
- Epilepsia
- Telefone de emergência (com DDD)
- Nome do responsável (quando necessário)
👉 Importante: não é obrigatório usar CID, mas é permitido se a pessoa desejar.
Posso Colocar Mais de Uma Condição?
Sim — e isso é muito comum.
Exemplos reais:
- TDAH + Dislexia
- TEA + ansiedade
- Fibromialgia + dor crônica
- Alzheimer + necessidade de acompanhante
O crachá pode ser organizado de forma clara, sem excesso de texto, priorizando leitura rápida.
🩸 Tipo Sanguíneo Pode Ser Colocado?
Sim.
Especialmente em casos de:
- idosos
- pessoas com crises convulsivas
- doenças crônicas
- uso de medicações contínuas
Exemplo:
Tipo sanguíneo: O+
É uma informação útil em emergências e bastante solicitada por famílias.

QR Code no Crachá: Quando Usar?
O QR Code é ideal quando a pessoa precisa:
- manter o crachá limpo e discreto
- armazenar laudos, orientações médicas ou contatos extras
- evitar expor dados sensíveis na parte visível
Ao escanear, o socorrista ou atendente acessa as informações autorizadas.
🌻 Cordão de Girassol e Símbolos de Inclusão
No Brasil, o cordão de girassol é reconhecido como símbolo de condições invisíveis
(Lei 14.624/2023).
Ele pode ser usado junto ao crachá para:
- sinalizar necessidade de compreensão
- facilitar atendimento prioritário
- reduzir constrangimentos
Outros símbolos também podem ser usados, conforme a escolha da pessoa ou da família.
O Que NÃO Colocar no Crachá
Para segurança e privacidade, evite:
- CPF ou RG visível
- endereço completo
- diagnósticos detalhados demais
- informações que não sejam úteis em emergências
👉 Menos é mais.
O objetivo é ajudar, não expor.
Uso Familiar: Um Único Frete, Vários Crachás
Muitas famílias optam por:
- fazer crachás para filho, filha, mãe ou pai
- personalizar cada um conforme a necessidade
- aproveitar um único frete
Esse uso familiar é comum em casos de:
- TDAH em mais de um membro
- autismo + fibromialgia
- idosos + crianças
🛒 Onde Comprar Crachá de Identificação para Condições Invisíveis
Na DogTagClan, os crachás são:
- totalmente personalizados
- pensados para uso diário
- organizados com clareza
- com opção de QR Code
- envio para todo o Brasil
👉 Link oficial de compra:
🔗 https://dogtagclan.com.br/departamento/adicionais/crachas-de-identificacao
Se preferir, você pode tirar dúvidas ou personalizar direto pelo WhatsApp:
📲 https://wa.me/554174001990
✨ Conclusão
O crachá de identificação para condições invisíveis não é um rótulo.
É uma ferramenta de respeito, segurança e inclusão.
Ele evita explicações constantes, protege em emergências e traz dignidade para quem vive uma realidade que nem sempre é vista — mas sempre existe.

